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sábado, 8 de janeiro de 2011

Novela Ronaldinho Gaucho, acabou???

 

Não sou fã do ‘estilo’ copia e cola, mas a matéria que o Rica épostou em seu blog é perfeita, então, com todos os créditos (lá no final tem o link pro blog do Rica Perrone), aí vai uma cola no bloguinho aqui:

Agora joga, “guri”!

Por Rica Perrone

Ronaldinho tinha 4 possibilidades. Poderia optar por continuar fora do Brasil, passando frio e morrendo de vontade de poder usar o dinheiro que tem com seus amigos, pagodes e churrascos.  Poderia voltar ao Grêmio, clube que o revelou, clube que ele traiu, torcida que se divide sobre sua volta.

Poderia arriscar o Palmeiras, onde teria uma torcida pra lá de chata em cima dele o tempo todo, além de criar problemas num elenco que está sem receber. Ou ir pro Flamengo, onde não tem histórico e a torcida demonstrou apoio.

Resolveu pela mais fácil, menos arriscada, mais inteligente.

Não porque Palmeiras ou Grêmio fossem apostas burras. Mas porque o cenário não é tão fácil pro jogador nestes 2 clubes.

No paulista pela pressão quase absurda que a torcida faz em cima da vida pessoal dos jogadores e pelo fato de já ter sido citado pelo capitão do time como um eventual “problema” no elenco em virtude dos salários atrasados.

No Grêmio porque ele teria eternamente uma parte da torcida levando em consideração a “sacanagem” de 2001, quando ele mentiu pro clube e pra torcida pra sair de graça. Desde então, os mais jovens o idolatram, os mais velhos se dividem, os mais respeitosos com a camisa do clube não gostam nem de ouvir o nome.

No Flamengo a situação é bem mais tranquila pra ele. Tem a torcida a favor, histórico zero com  o clube, um treinador que ele conhece e já trabalhou, um clube que tem tanta ou mais facilidade de devolve-lo a seleção do que os outros dois e com o aval do Milan.

Ou seja, das 4 escolhas possíveis, fez a mais segura.

Pode dar tudo errado, é claro. Nem confio tanto assim no cara, e pra falar a real acho ele um puta craque assim como um puta pipoqueiro.  Mas, pelo menos, a tolerância deve ser maior na Gávea do que no Olímpico e no Palestra Itália.

Decisão 99,9% tomada, segundo dirigentes de Flamengo e Milan, vamos aos premiados da semana.

O Palmeiras leva nota 8 porque apenas um cara saiu falando um pouquinho mais que devia. Sua torcida não arriscou em bancar o “ídolo” antes dele vir, e a diretoria não deu coletiva pra anunciar nada.

O Flamengo leva, até agora, se confirmar o 0,1%, nota 10.  Se manteve calado, não prometeu nada, foi atrás e não reagiu publicamente a nenhuma manifestação dos rivais, que diziam estar perto. E, é claro, por ter levado.  Algo incomum pra um dos clubes mais bagunçados do mundo, mas… desta vez foram muito bem.

O Grêmio leva nota 2. Seria zero, mas vou dar 2 porque sem ele não seria tão divertido.  Que diabos foi aquela coletiva, presidente? Foram 3, com a de hoje.  Pra dizer o que? Pra dar satisfação pra quem? Pra bancar a informação de quem? O Tricolor  é tão rival do Inter que não aguentou em ver a presepada no Mundial e fez pior.

Assis leva nota 10. Ele levou 3 clubes no bico, a imprensa toda, decidiu o futuro do cara, valorizou 200% mais, fez todo mundo de babaca e ainda saiu levando o cara pra onde ELE queria. Quer empresário melhor que esse? Sem jogar o sujeito ganhou mais mídia do que jogando…

E o Ronaldinho, que ficará sem nota. Não podemos avaliar a participação de alguém tão pouco importante nessa história toda. Em momento algum foi a reuniões, foi a coletiva dar risada, só quis saber de balada, não se posicionou, não fez nada e foi mero “argumento” pra todo este circo. Até hoje ninguém ouviu da boca do jogador, que tem 30 anos, o que ele acha, onde quer, porque quer, quando quer e como quer. Como sempre, alguém responde por ele.

Agora é hora de parar de especular, enrolar e imaginar. Ronaldinho decide tudo em alguns dias, veste a camisa e treina pra jogar.

E é bom jogar. Pois nem o mais apaixonado torcedor é capaz de engolir seco toda essa novela pra nada.

abs,
RicaPerrone

FONTE: Blog do Rica Perrone

Final de semana…


Amy Winehouse no Brasil…

Começa hoje a série de show da Amy Winehouse em terras brasileiras.

Confira a agenda:

Florianópolis
Quando: 8 de janeiro
Onde: Summer Soul Festival, no clube Pacha - Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho, 2500, Jurerê Internacional
Quanto: R$ 100 a R$ 600

Rio de Janeiro
Quando: 10 e 11 de janeiro
Onde: HSBC Arena - Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 180 a R$ 700 (os ingressos para o show do dia 11 estão esgotados)

Recife
Quando: 13 de janeiro
Onde: Centro de Convenções de Pernambuco - Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho
Quanto: R$ 200 e R$ 300

São Paulo
Quando: 15 de janeiro
Onde: Arena Anhembi - Avenida Olavo Fontura, 1209, Santana
Quanto: R$ 200 e R$ 500

Ben Harper e Donavon Frankenreiter juntos em festival brasileiro

No dia 05 de fevereiro será realizado em uma praia brasileira o festival Praia Skol Music, evento que contará com as apresentações de Ben Harper, Donavon Frankenreiter e do surfista e cantor Tom Curren. E quem escolhe em qual cidade os shows serão realizados é o público.

No site oficial do festival, em www.skol.com.br/praiaskol, é possível votar nos três locais pré-selecionados para receberem o evento. Concorrem na votação Maresias/SP, Búzios/RJ e Campeche/SC. A votação está aberta até o dia 24 de janeiro e o resultado será divulgado no dia 26.

Mas quem não conseguir ir até o local escolhido para sediar o evento, poderá assistir pela internet. Os shows serão transmitidos ao vivo pelo site oficial.

Evanescence vai assumir 'grandes riscos' em novo álbum, diz baterista

Sucessor de 'The open door', de 2006, deve ser lançado este ano. Banda trabalha com Steve Lillywhite, produtor do U2 .

Will Hunt, baterista da banda de rock Evanescence, revelou em entrevista ao site do semanário musical britânico "New Musical Express" que a banda está assumindo "alguns grandes riscos" durante a gravação do novo álbum.

Produzido por Steve Lillywhite, que já trabalhou com o U2, o disco vai suceder "The open door", de 2006, e deve ser lançado ainda este ano.

Segundo o baterista, o álbum será recheado de novidades "eletrônicas e futuristas", mas sem perder a identidade.

"Sempre vai soar como Evanescence, porque é Amy Lee cantando. Aliás, acho que ela está fazendo algo bem especial, que ainda não havia sido experimentado antes. Estamos realmente assumindo alguns grandes riscos, mas, honestamente, estou achando incrível!", disso o músico à publicação.

O trabalho marca a primeira vez que a banda grava material com sua nova formação. Três dos cinco integrantes originais deixaram o grupo em 2006 e 2007. Eles se juntaram a dois ex-membros do Ben Moody para formar a We Are The Fallen.

FONTES: TDM, G1 e Blog JpM