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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Novas tendências musicais seguem a receita do rádio.

 

Por Gabriel Passajou

Primeiro, leiam essa notícia:

Mercado estimula busca por novos gêneros musicais

Até recentemente, o compositor Claude Kelly, parceiro de Akron, Brandy e Chrisette Michele, não sonhava que sua editora musical o colocaria num avião para Nashville, onde participaria da criação de canções para o próximo álbum da artista country Carrie Underwood.

Mas a Warner/Chappell Music quer juntar alguns compositores de gêneros específicos com artistas de fora do seu reduto musical habitual. A ideia é diversificar o talento dos compositores e principalmente buscar o sucesso nas paradas, diz Greg Sowders, executivo da Warner/Chappell Music.

“A música pop hoje é uma mixórdia –uma canção de hip-hop ao lado de uma canção de rock, com talvez uma balada country de Taylor Swift que se meta no meio,” diz Sowders. “Então para competir com a forma como as coisas estão agora, e para manter o passo com o mercado do iTunes, que é claramente um negócio orientado para canções avulsas tivemos de pegar nossos compositores e decidir como avançar.

“Kelly, contratado pelo departamento de música urbana como um autor de R&B, enveredou pelo pop e foi coautor de dois hits: My Life Would Suck Without You” com Kelly Clarkson, que passou duas semanas no topo da parada Hot 100 da Billboard em fevereiro, e Circus, com Britney Spears, que em dezembro chegou ao terceiro lugar na mesma lista.

E agora, junto com Underwood, Kelly recentemente escreveu canções para Christina Aguilera, Miley Cyrus e Whitney Houston, entre outras. Ele acha que a possibilidade de compor para o pop e o country abre novas portas para sua carreira.

O cantor e compositor Kevin Rudolf, também contratado pela Warner/Chappell, começou sua carreira como guitarrista de rock em várias canções produzidas por Timbaland. Sua guinada veio com a faixa de rap-rock Let it Rock, com Lil Wayne, que chegou ao quinto lugar na lista Hot 100 em outubro. Mais recentemente, Rudolf foi o coautor e produtor de Good Girls Go Bad, do Cobra Starhip.

A canção, incluindo a atriz Leighton Meester, de Gossip Girl, está nesta semana em décima posição na lista Hot 100.

Fonte: Reuters

Tudo o que eu falei nos últimos anos parece estar se confirmando. Não só o público popular e pop estão se fundindo, como inclusive a indústria musical está caminhando para isso.

Há algum tempo criei um termo para rádios ecléticas (ou hits) que tocavam também músicas pop. Um novo formato de rádio que chamei de “híbridas”. Leia artigo aqui.

Parece que as próprias gravadoras estão criando gêneros musicais híbridos: Cantora country com produtor de hip hop. Isso abre grandes possibilidades. E novos mercados. Vale dizer que essas fusões sempre existiram, como o rock/funk de um Red Hot Chilli Peppers , a mistura de pop-rock e ritmos caribenhos do Paralamas ou mesmo o “country sertanejo” tão conhecido nas rádios brasileiras. Mas é a primeira vez que esse procedimento procura unir ritmos tão díspares e é usado como a estratégia principal de uma musica. Indo além, é a tentativa de criar uma nova tendência na música pop.

Sempre vi como preconceituosa a separação de estilos musicais por classe social, embora há 20 anos efetivamente fosse assim. É de se espantar que ainda hoje ainda existam profissionais que pensam assim, mas felizmente são minoria. Vamos lembrar que nos anos 80 o FM e o AM eram separados economicamente. A barreira caiu nos anos 90 com a descoberta da música sertaneja, hoje tão classe média quanto o house, pop ou o reggae.

Aos poucos o mercado brasileiro vai amadurecendo e os espaços se abrindo. Espaço tanto para a segmentação extrema de estilos musicais e suas sub-divisões (dance, rock, etc.) como para a padronização da música de massa (sertanejo, axé, etc.). Cada qual com sua mídia. O rádio escolheu a segunda opção, até por uma questão sobrevivência. Não poderia ser diferente.

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sábado, 29 de janeiro de 2011

Fim das telas touchscreen. Saiba mais.

 

Por Renan Roesler Hamann

Elas estão por todos os lados. Os smartphones e tablets conquistam cada dia mais fãs por causa de um dispositivo que possuem: as telas sensíveis ao toque. O que já foi um grande desafio para as fabricantes, hoje funciona com primor para as mais diversas necessidades e garante que os usuários não precisem de teclados QWERTY e mouses para comandar os aparelhos.

O que pouca gente sabe é que o processo de fabricação de telas deste tipo demanda a utilização de elementos que não são muito abundantes na natureza. É possível que as telas como conhecemos hoje sejam eliminadas do mercado para a chegada de novas tecnologias, mas ainda não se sabe se existe alguma forma de reproduzir a mesma qualidade de resposta que os dispositivos atuais nos mostram.

Será que o futuro é sensível ao toque?

 

A importância destas telas

Sensibilidade ao toque é um avanço que trouxe uma série de vantagens para os usuários. Antes, todas as ações precisavam ser comandadas por digitações ou cliques, o que não é um problema em computadores, mas para aparelhos menores pode ser um fator de complicação.

A chegada do touchscreen trouxe uma nova gama de possibilidades. Telas maiores (com teclados virtuais) no lugar de teclados QWERTY oferecem melhores resoluções para vídeos e jogos. Quem acha que jogar com poucos botões é complicado, precisa conhecer as facilidades que o touchscreen oferece, como a virtualização de botões (vários jogos para iOS utilizam este recurso).

Facilidade na utilização

Outra palavra que merece destaque é: intuitividade. Apenas clicando sobre os ícones ou funções dos aplicativos, é muito mais simples do que utilizar teclas de um teclado numérico para comandar os softwares. Principalmente porque alguns usuários possuem dificuldades para associar números a controles direcionais, por exemplo.

 

Quais os materiais envolvidos?

Quem pensa que as telas sensíveis ao toque são limitadas à camada de LCD está muito enganado. Muitos outros materiais estão relacionados à fabricação deste tipo de dispositivo, incluindo capacitores e resistores microscópicos, responsáveis pelo reconhecimento dos gestos dos usuários e controle das funcionalidades.

Muitos elementos químicos envolvidos

Independente da tecnologia empregada (touchscreen capacitivo: iPhone e Galaxy Tab; resistivo: LG Optimus), as empresas de fabricação de telas sensíveis ao toque utilizam a mesma base de produção: Óxido de Índio-Estanho (OIE). Este elemento é composto principalmente por Índio, um substrato da mineração de chumbo e zinco.

Fragilidade e condutividade

O Óxido de Índio-Estanho causa muitas discussões por parte dos engenheiros eletrônicos e projetistas de produtos que demandam telas sensíveis. Por serem demasiadamente frágeis, é bastante difícil trabalhar com grandes porções deste material, causando desconforto e insegurança por parte das fábricas.

Tela LCD com transistores de Índio

Fonte da imagem: Deglr6328

Por outro lado, o OIE é aclamado pelas montadoras de smartphones e tablets, pois até o momento não são conhecidos materiais que apresentem as mesmas propriedades de condutividade e opacidade para permitir que a luz seja emitida com qualidade e que o tempo de resposta dos toques sejam satisfatórios.

Isso ocorre porque o OIE oferece boa condutividade elétrica para garantir baixos tempos de resposta entre comandos e execução das ações. Isso soma-se à transparência que permite a permeabilidade de luz para que a qualidade das imagens emitidas não sofram a interferências, o que aconteceria se outros metais fossem utilizados.

Previsões de escassez

Assim como grande parte dos minerais valiosos da Terra, o Índio também vê suas reservas sendo diminuídas a cada dia, o que significa que em alguns anos não existirá mais a abundância do material. É claro que ainda podem ser descobertas novas fontes para a matéria-prima do OIE, mas as perspectivas não são muito otimistas.

Possível esgotamento das fontes

Estima-se que grande parte das reservas de índio estejam localizadas na China, que controla o volume de exportações e utilização do produto há anos. Cálculos de pesquisadores da Universidade de Yale dão informações de que até 2020 não será mais possível utilizar o OIE em escala comercial, devido à escassez.

Há ainda uma enorme quantidade de Índio que não é aproveitada, pois mineradoras de chumbo e zinco nem sempre realizam as maneiras corretas para coletar os substratos de suas atividades. Esse desperdício pode custar caro nos próximos anos.

 

Quem seria afetado?

Todo mundo. Essa é a grande verdade, todo o mercado da tecnologia seria afetado se estas suspeitas forem confirmadas. Tablets e smartphones estão dominando o mercado e tirando até mesmo algumas parcelas de netbooks e notebooks, o que demanda muita capacidade da indústria de telas.

Todo mundo sofreria

Mas não apenas os portáteis. Os sistemas operacionais para computadores estão cada vez mais próximos da compatibilidade total com comandos por toque na tela, o que significa que computadores maiores podem precisar da mesma tecnologia já nos próximos anos. O problema é que computadores maiores utilizam mais OIE, o que pode acelerar o esgotamento do produto.

 

Existem substitutos?

Sempre que algum material essencial para determinado tipo de aparelho chega próximo do esgotamento, toda a indústria relacionada a ele passa a buscar novas formas de continuar produzindo seus bens de consumo. Não poderia ser diferente com este mercado tão aquecido, logo, já começaram a ser buscados substitutos para o OIE.

Muitas possibilidades

Óxido de cádmio

Como ainda não são conhecidas formas de deixar o OIE totalmente de lado, uma opção que alguns pesquisadores estão cogitando é a utilização de Óxido de Cádmio. Esse composto é quase tão transparente quanto o Óxido de Índio-estanho e ainda com maior capacidade de condução.

Mas é bastante instável, deteriorando-se rapidamente. A forma de lutar contra isso é colocando cerca de 20% de OIE na composição, apenas o suficiente para criar uma película de proteção sobre o outro material, que ainda apresenta outros problemas bastante graves em relação ao meio-ambiente.

Barra de Cádmio

Fonte da imagem: Alchemist-hp

Óxido de Cádmio é um composto muito tóxico que demanda muitos cuidados na manipulação e, principalmente, no encaminhamento dos resíduos dos produtos. Estes problemas, se somados, mostram que o cádmio ainda não é uma opção viável para as telas touchscreen.

Nanomateriais de carbono

Se existe um elemento versátil, este elemento é o carbono. São inúmeras as possibilidades de subprodutos que podem ser criados com a alteração de algumas propriedades dele. Com isso, muitos estão pensando em utilizar o grafeno: composto carbônico que é fabricado em folhas e pode representar transistores de apenas 1 micrômetro.

Nanotubos de grafeno

Fonte da imagem: Arnero/Wikimedia Commons

Por ser finíssimo, o grafeno também oferece pouca opacidade, ou seja, permite a permeabilidade de luz, o que é essencial para uma superfície touchscreen. Logicamente essa tecnologia ainda é bastante cara, deixando poucos fabricantes empolgados com a utilização do material em seus aparelhos.

Mas o que anima os investidores é o fato de que no futuro é possível que haja uma equiparação nos valores cobrados por aparelhos com touchscreen OIE e aparelhos com nanotubos de carbono. Isso ocorrerá porque as telas OIE vão subir de valor na mesma velocidade com que o material vai se esgotando.

Somando isso ao constante crescimento do segmento do carbono (e a consequente queda nos preços), em alguns anos pode haver uma similaridade nos valores. Com isso, estas novas tecnologias tomarão, gradativamente, o lugar das tecnologias antigas no mercado tecnológico, até que o OIE não faça mais falta nos aparelhos.

 

Isso significa um aumento nos preços dos aparelhos?

Não necessariamente. Por mais que as telas possam ganhar alguns dólares a mais na fabricação, é importante notar que outros componentes de hardware dos dispositivos eletrônicos estão cada vez mais baratos. Processadores, memória e sistema operacional ganham mais funcionalidades e, devido ao volume de vendas, têm seus valores diminuídos.

O que o futuro reserva?

.....

Será que serão encontradas fontes de Índio para a fabricação do OIE em larga escala antes de ocorrer uma escassez? As indústrias de telas e mineradoras não poupam esforços para encontrar alternativas que possam garantir a qualidade na resposta aos toques, sempre buscando formas de manter os preços para não esfriar o mercado.

Deixe um comentário para contar ao Baixaki o que você pensa acerca deste assunto. Você acha que o touchscreen pode estar chegando ao fim? Ou será que novas alternativas poderão ser fabricadas e colocadas no mercado antes de ocorrer o esgotamento da tecnologia atual?

FONTE: Baixaki

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Mais uma contribuição do Passajou – Obrigatório!

 

Vinhetas cantadas: Como NÃO usar.

Vinheta é a “imagem” da rádio. Basicamente é ela que a diferencia  da concorrência. A plástica (conjunto de vinhetas cantadas, faladas, trilhas e chamadas)  mostra para o ouvinte imediatamente se a emissora é moderna e dinâmica ou se parece feita em um fundo de quintal.

O radialista precisa entender que a vinheta sempre deve estar em evidência. O motivo é simples: Ela é o principal instrumento da emissora para divulgar o slogan e(a) frequência e claro, o nome da estação. Toda a vez que algo interfere nesse processo, o ouvinte está deixando de memorizar em que rádio está sintonizado. E não queremos que isso aconteça, certo?

Segue agora algumas situações que JAMAIS devem acontecer. Notem que o JAMAIS foi usado propositalmente em maiúsculas.

01) Não fale sobre a vinheta.

Dois objetos não ocupam o mesmo lugar no espaço. É o mesmo caso com a sua voz e a vinheta. Se você não está falando sobre um trilha musical, destinada especificamente para isso, não o faça sobre a vinheta.

O que fazer? Entre imediatamente APÓS  vinheta. Só isso. Não é simples?

Por exemplo, se a saída de break for assim: “DI-FU-SO-RA-EFE-EMEEEEE”! Não comece a falar “34511007, o telefone da sua Difusora FM” no meio da vinheta. O ouvinte não vai entender qual é o telefone da rádio e nem em qual emissora está ele ligado.

02) Não cante sobre a vinheta.

Neste momento estou de joelhos, pedindo a você: Não faça isso! Se você for desafinado (e normalmente é) piora ainda mais. Existe uma razão pelo qual são cantores profissionais cantando a vinheta e não você. Eles são cantores e você, locutor. Parece óbvio? É sim, mas vocês se surpreenderiam a quantidade de vezes que isso acontece no ar.

Está de alto astral? Manhã de sol? Telefone bombando? O break está acabando e vai entrar a vinheta mais animada da rádio e depois a música mais pedida da programação? Você enche o pulmão de ar e vai entrar cantando junto com aquela voz de karaokê? Martele o dedo, pense na derrota do seu time, na multa de trânsito que você ainda não pagou… Em resumo: Baixe a bola e CONTENHA-SE!

03) Não coloque a vinheta com istrumental em cima da música.

Vinheta é para ser colocada ENTRE as músicas e não em cima dela. Se você tentar este “artifício”, vai provocar um efeito desagradável para os ouvintes. As batidas irão se chocar e o que era por exemplo um rock vai virar um samba. Isso passa a sensação (ou certeza) que você não se preparou para entrar no ar, escolhendo a primeira vinheta da sua frente.

Lembre-se, depois de fechar o microfone, você deve planejar com detalhes a sua próxima intervenção. Escolhendo quais vinhetas usar, o que e como falar. Os melhores fazem assim.

04) Não inserir uma vinheta acapela sobre a música.

Você anuncia  na introdução da música e ao mesmo tempo pensa: “Vai sobrar 5 segundos, vou tocar uma acapela e o artista vai cantar logo após. Vai ficar bonito.” Ótimo. Você só esqueceu dois detalhes: Ritmo e tonalidade. Digamos que a batida da música está em 122 bpms (batidas por minuto) e a acapela tem 98. Parece lógico que a a combinação das duas não vai dar certo, não é? E ainda, se a nota predominante entre as duas for diferente (e sempre é), vai passar a impressão que a vinheta está desafinada em relação a música pois não soa natural. Nesse caso , use uma vinheta falada.

05) Não esconda a vinheta.

Às vezes, o volume da vinheta está tão baixo que é difícil perceber o seu uso. Isso acontece por duas ocasiões. As músicas hoje são praticamente masterizadas no máximo, o que encobre uma vinheta mal gravada. Ou então o locutor não tem o cuidado de destacar a vinheta de forma apropriada, usando-a em volume muito baixo. Vinheta é o destaque e não detalhe. Mostre com orgulho a rádio que você trabalha.

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ótimo artigo do blog do Gabriel Passajou

 

Softwares mais utilizados para produção de rádio.

Por Gabriel Passajou

Atendendo a pedidos, aqui estão as principais plataformas em uso nas rádios do Brasil e do mundo. Não tenho por objetivo uma análise técnica, mas sim algumas opiniões e curiosidades sobre cada programa. Todos aliás, excelentes no que se propõem: A produção de chamadas e vinhetas para o rádio.

01) Samplitude.

O atual hit das rádios e produtoras, esse programa vem ganhando muito espaço no mercado pela sua qualidade de som e alguns plugins internos excepcionais. Migrar de outro programa para o Samplitude, no entanto, não é tarefa fácil. Mas uma vez acostumado, você tem em mãos uma poderosa arma de produção.

A versão 11 acaba de ser lançada. Feita pela alemã Magix, a última versão custa 850 euros. Não é nenhuma pechincha.

Visite: http://www.samplitude.com/

02) Vegas.

Programa idealizado principalmente para o vídeo, o Vegas arrebatou imediatamente os produtores de áudio. Ainda é muito utilizado no Brasil e exterior. Argumentos a favor do Vegas: Design simples, sem frescuras e fácil manuseio. Foi a minha escolha por anos. Quem produz com esse software tem grande dificuldade de mudar ( e pra que?), afinal, é o mais prático de todos. Outro destaque é a interatividade com o Sound Forge, pois ambos são da Sony Creative Software.

Preço: 599,95 dólares pelo Vegas Pro 9. Bem mais barato que o Samplitude, mas ainda um pouco caro.

Visite: http://www.sonycreativesoftware.com/

03) Audition.

Mais uma excelente opção. Ainda é o software de rádio mais utilizado nos Estados Unidos. Isso porque nos anos 90 houve um acordo da maior rede de rádios,  a Clear Channel, com a então proprietária, a Syntrillium Software (o nome ainda era Cool Edit), que proveu mais de 1000 rádios com o programa. Mas o padrão ficou.

Em 2003, a versão comercial do Cool Edit foi adquirida pela Adobe, que mudou o nome para Audition.

Tem ótimos plugins nativos, principalmente de equalização e noise reduction, além de ser um dos melhores na masterização.

Custa 499 dólares. Está na versão 3.0.

Visite: http://www.adobe.com/products/audition/

04) Reaper – INDICAÇÃO DO BLOG

Meu atual programa é o Reaper, pelo melhor custo-benefício entre todos. Para começar seu preço é de incríveis 50 dólares, para duas licenças! Traduzindo: Você o instala em duas máquinas por 25 dólares cada. Não existe nada parecido no mercado. Ainda assim, se você não quiser legalizá-lo, pode rodar a versão shareware que todos (!) os seus recursos são operacionais e o programa não expira nunca. A única diferença é que demora alguns segundos a mais para abri-lo.

É a mais estável DAW que já usei. Também sabe quanto ele pesa na sua máquina? 4 MB! Menos que uma mp3. Além ser portátil, quer dizer, você pode colocá-lo em um pen drive com suas produçoes e efeitos e abrí-lo em qualquer máquina, sem instalar nada e depois retirar o pendrive com seu spot pronto. Nenhum multipista da nossa lista faz isso.

Se você é usuário do Vegas, a transição é imediata, pois ele é tão simples quanto o da Sony e faz a integração com o Sound Forge da mesma maneira. O Reaper é muito bem pensado, por exemplo, ao criar uma track horizontal, ele abre um novo canal no mixer. Perfeito!

E no site do desenvolvedor existe um fórum onde os usuários tem contato direto com os programadores, isto indica que o Reaper está em constante evolução. Suas atualizações são praticamente quinzenais, ao contrário de outros que demoram anos. Ah, essas atualizações são gratuitas!

Poderia descrever muito mais, mas é melhor você descobrir. É o menos conhecido (ainda) da nossa relação.

Preço: 50 dólares!

Visite: http://www.reaper.fm/

05) Pro Tools

O campeão da produção de músicas tem invadido os estúdios de rádio, principalmente no mercado americano. O Pro Tools tem um grande trunfo que é a qualidade superior dos seus plugins, muitos feitos exclusivamente para o ele. Isso quer dizer que o resultado final, em mãos profissionais, é imbatível em comparação à todos os outros. Mas as desvantagens também são fortes, como por exemplo o preço, a incompatibilidade com outros softwares, a difícil manuseabilidade e a obrigatoriedade de usar o hardware da Digidesign. Uma versão mais simples do Pro Tools roda em placas da M-Audio ligadas à computadores com processamento intel.

Preço: O distribuidor brasileiro (Quanta) não divulga o valor no site, mas prepare seu bolso.

Visite: http://www.digidesign.com/

06) Sound Forge.

Nosso editor preferido entra na lista como complemento. Muitos gostam de gravar voz ou masterizar o audio final no programa. Uso bastante o prático  side chain, que facilita muito vários procedimentos. Alguns corajosos ainda fazem o spot todo nele, o que não recomendo. Se bem que nas últimas versões existe a possibilidade de usá-lo como multipista.

Preço: 274,95 dólares.

Visite: http://www.sonycreativesoftware.com/soundforge

Outros softwares que ficaram fora da lista são o Sonar,  Live, Nuendo e Cubase pois são muito mais utilizados para produção de músicas. A meta foi mostrar a variedade das workstation digitais para o rádio.

O principal é que por melhor que seja os programas, felizmente o que faz a diferença á a criatividade do fator humano.

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Mais três pontos pro Mengão

 

Salve! O jogo não foi dos mais agradáveis de se ver, mas o importante é que garantimos mais três pontos na competição. Um meio campo ainda sem rosto, pois não considero Fernando e Renato Abreu aptos para estarem no Flamengo, foi a marca de um jogo sem brilho. O que brilhou mesmo foi a estrela do Wanderley, que fez os dois gols da vitória. O primeiro foi na garra, brigado… O segundo foi um gol de oportunismo, lugar certo na hora certa. É isso!

Que venha o Vasco no domingo!

SRN!!!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Um salve ao Mengão!

 

O ano começou muito promissor pro meu Mengão! Depois de 21 anos, somos novamente campeões da ‘Copinha’, vencendo o forte time do Bahia na final. Boa! O Mengão está voltando a fazer valer a escrita: ‘craque o Flamengo faz em casa’.

SRN!!!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mais um post do blog do Rica Perrone…

 

 

Aposta ou descarta?

fladeivid_loureiro_190111001-250x166Todos querem discutir a estréia do Flamengo no estadual.  Eu prefiro ignorar a maior parte do que vi, até porque o time não é esse ainda, assim como o estadual não testa ninguém além dos clássicos.

Quero falar do assunto do dia: Deivid.  Tiraram o centroavante pra vilão só porque apareceram 2 desconhecidos fazendo gols em times mediocres. Calma lá!

O Deivid tá mal? Tá, ninguém está discutindo isso.

Mas daí a querer desprezar o jogador ou pedir que ele saia do clube em virtude de uma meia-temporada ruim ao lado de um time inteiro que foi mal, acho sacanagem.

Ah, mas ele foi mal contra o Volta Redonda. E daí?

Você tem no elenco uma realidade simples.  Basta saber o que fazer com ela.

Deivid é um jogador de alto nível e foi muito bem em todos os clubes que passou.  Tem 31 anos, portanto, ainda tem o que jogar. Fatalmente não esqueceu como joga bola.

Tendo um atacante deste nível no elenco, você escolhe:

a) Deixa ele jogar a porcaria do estadual e pegar ritmo, confiança e entrosamento numa tentativa de fazê-lo render.

b) Tira o cara do time agora, deixa ele encostado, desmotivado, pressionado e quando precisar de alguém diferenciado num jogo realmente importante, espere que o Vander seja a solução.

Qual é mais garantido?

Pode dar errado.  Mas a postura do Luxemburgo em mantê-lo no time titular é absolutamente normal, inteligente e lógica.

Se por qualquer motivo o Deivid não conseguir vingar no Flamengo, não terá sido por falta de visão de quem o trouxe, pois o produto era muito bom. Se veio estragado… não dava pra saber pela embalagem.

Acho muito fácil torcedor e comentarista dar aval pra reforço e depois ficar pisoteando o clube quando dá errado. Se você também teria contratado, a diretoria/comissão não tem culpa.

Apostar no Deivid é uma chance razoável de ter retorno, vide os últimos 10 anos de carreira do sujeito.

Se isso não o credencia a ter mais chances no time titular e o imediatismo de alguns em cima de 2 gols contra times mediocres passa por cima, aí cabe ao treinador ser mais inteligente que estes e mantê-lo.

Deivid terá seu limite, como todos. Mas este limite não será em 2 ou 3 rodadas do estadual após 10 anos de bela carreira e 3 ou 4 meses de um Flamengo que não jogou nada no semestre.

Calma. A única coisa que vão conseguir fazer pressionando o cara deste jeito é ajudar a matar mais cedo a chance dele se reerguer.

Não vale muito a pena.

abs,
RicaPerrone

Link: http://www.ricaperrone.com.br/2011/01/aposta-ou-descarta/

PS. Como de costume, quando uso a ferramenta ‘cola+copia’ dou os créditos para o autor (justo!), incluindo no post, o banner do patrocinador do blog, neste caso a Olympicos. Vlw Rica!

Tudo moralizado!

 

Começou o Campeonato Carioca! Pra felicidade geral da Nação o Vasco perdeu e o Mengão passou pelo primeiro adversário. Desculpaê WW, Poly, meu padrinho Raimundo e demais amigos vascaínos, mas esta é a real!!! HEhehehe…

Bom demais!!!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Boa semana a todos!

 

Olá pessoal, passando por aqui pra desejar uma semana abençoada a todos!

O Jogando por Música estará atualizado as 8:50 da manhã desta segunda (17/01), o programa vai ao ar pela rádio Liberdade FM 99,7, a partir das 9h da manhã, quem mora em Sergipe pode acompanhar pelas ondas da emissora. Ainda não conseguimos equacionar o problema do podcast, mas em breve resolveremos e vamos disponibilizar os programas na íntegra, sempre.

Bem, o final de semana foi muito bacana. No domingo a tarde já tivemos o Mengão de volta, ganhando com um golaço do Botinelli, tomara que o Luxa coloque o Renato (canelada) Abreu no banco e deixe o Botinelli jogar. O cara é raçudo e é bom de bola, pelos poucos minutos que esteve em campo mostrou isso. agora é arrumar a defesa, que está ruim bagarái.

Na música, podemos destacar a série de show da Amy Winehouse. Não chegou a ser uma decepção, mas o público esperava mais, ela tem muito mais talento do que apresentou nos palcos brasileiros. Mas só pelo fato de não se envolver em confusão, já foi um bom começo. Que ela reencontre a sua melhor forma, a música agradece.

É isso, vamos lá pra mais uma semana lotaaaada de serviço, graças a Deus.

Que Jesus Cristo possa fazer parte da tua vida, enjoy!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Final da novela, final feliz para a Nação…

 

Oba, Acabou a Novela. Vai Começar o Futebol

Por Arthur Muhlenberg

Ronaldinho-Flamengo-R10-Rio-de-Janeiro1

Depois de dias e dias a novela Ronaldinho Gaúcho terminou. Como sempre acontece nos folhetins eletrônicos, no ultimo capítulo as mocréias ficaram pra titia, o mocinho se deu bem e o genial dentuço foi mesmo pra Gávea Sinistra jogar pelo Maior do Mundo. Nada mais justo, porque só a Magnética, e mais ninguém, lutou com estilo e hombridade para manter a palhaçadinha em níveis mínimos. É claro que está sendo delicioso e esporrante assistir de camarote ao megafaniquito da gremistada cornoalegrense sem caixas-de-som, mas durante quanto tempo aguentaríamos ver tantas calcinhas azuis tentando passar por cima dos chifres? Bateram de frente com o Fuderosão, quebraram os cornos. Já deu, né? Vamos virar a página.

Estou achando ótimo que essa palhaçada tenha terminado. O carnaval que se armou em torno da contratação de Ronaldo Gaúcho foi uma das coisas mais atrasadas e jecas que eu já vi na minha vida. E apesar do Flamengo ter mantido durante o tempo todo a vergonha na cara, todo o processo evidenciou o quanto o futebol brasileiro precisa evoluir fora das 4 linhas. Mas deixa que já já algum gato mestre com simpatias arcoíristicas se dedicará à esculachar com nosso incipiente profissionalismo moreno. Nós, a caboclagem que fecha com o certo e paga a conta de todas as farras, temos é que comemorar um excelente reforço pro Mengão.

Porque mesmo sendo tachado de decadente, gordo, desmotivado, baladeiro e dinheirista, Ronaldinho Gaúcho tem em 2 ou 3 dedos do pé esquerdo mais futebol do que 90% dos jogadores em atividade no Brasil. E com certeza tem vaga em qualquer posição no atual time do Flamengo. Desde que, é claro, seu biliardário contrato reze a obrigatoriedade de que ele dedique algumas horas do seus dias aos treinamentos físicos e técnicos.

Mas só os idiotas da objetividade que não foram exterminados com o nosso hexa de 2009 fingem não saber que Ronaldinho Gaúcho não é só futebol. Ronaldinho Gaúcho também é samba, pagode e, principalmente, negócios. Negócios que são tão importantes quanto títulos para a boa saúde dos clubes nessa época de futebol business. Nem precisamos falar da venda de camisetas, bonés e aparelhos ortodônticos, isso é merreca perto da valorização que a sua simples presença no elenco traz ao clube como um todo e aos seus profissionais. Não deixem seus queixos caírem agora, esperem para ver os valores do nosso novo patrocínio master.

Só não podemos nos esquecer de uma coisa: Ronaldinho é 10, mas Ronaldinho não é Deus. Da mesma maneira que Zico não conseguiu separar as terras e os mares e nem trazer o céu à terra, Ronaldinho sozinho não vai operar o milagre dos peixes. Não é prudente e nem justo que coloquemos sobre os seus ombros responsabilidades superiores aos seus poderes. Aprendemos há muito pouco tempo que o preço que pagamos pelo pecado da idolatria é a brutal decepção.

Vamos dar a Ronaldinho Gaúcho todo o apoio que necessitar para jogar bola. Mas não esperemos que ele traga criatividade e fantasia ao meio de campo, resolva nossa defesa, municie nosso ataque, conclua o CT, homologue a Copa União ou encha as nossas próprias geladeiras.

Seja bem vindo, R10, a casa é sua. Mas, se liga, aqui é cada um com seu cada um. E todos pelo Mengão.

PS.: Galera, no ano passado o Urublog disputou o Shorty Awards, conhecido como o Oscar do Twitter. Mesmo disputando com twitters gringos com até 1 milhão de seguidores fizemos bonito e arrumamos um honroso 4o lugar. Esse ano estamos na disputa outra vez e muito a fim de melhorar nossa performance. Pra isso só posso contar mesmo com a enlouquecida e mobilizada Magnética. Quem já tem conta no twitter é só seguir esse link aqui e votar no Urublog, sempre justificando o voto, isto é, colocando alguma coisa depois da palavra because. Votos sem justificativa não são contados. Quem não tem twitter pode criar a sua conta gratuitamente por aqui e depois cumprir seu dever cívico votando no Urublog. Agradeço desde já a moral de todos vocês.

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Mengão Sempre

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Nosso bate-papo de hoje…

 

Amy Winehouse surpreende…

A passagem da Amy pelo Brasil, tem sido (até então) uma verdadeira decepção… Para os paparazzi e fofoqueiros de plantão, que aguardavam ansiosos por um (ou vários) deslize da moça.

Mas, para os fãs, foi um grande presente o primeiro dos cinco shows da diva. Amy se apresentou no Summer Soul Festival em Jurerê Internacional, Floripa, encantando os mais de 10 mil espectadores na noite de sábado para domingo.

Bem, agora é a vez do Rio de Janeiro assistir aos shows da primeira turnê de Amy Winehouse no Brasil. A cantora britânica sobe ao palco da HSBC Arena, na Barra da Tijuca, nestas segunda (10) e terça-feira  (11), às 22h.

Ah!!! E quem abre as apresentações é a revelação da soul music, a norte-americana Janelle Monae. Inclusive, mesmo com a grande performance da Amy, dizem que o grande show da noite em Jurerê, foi mesmo da norte-americana, que esteve impecável, levando o público ao delírio, em pouco mais de 40 minutos de apresentação.

Veja um vídeo da Janelle Monáe, feito por um dos 10 mil participantes da festa:

Janelle Monáe em Florianópolis–08/01/2011

 

No futebol…

O grande destaque da mídia esportiva brasileira ainda é a novela Ronaldinho Gaúcho. Com destaque agora para os clubes que não fecharam com o astro baladeiro. Em especial o Gremio, clube que o revelou e sonhava com a volta do seu ‘filho pródigo’. Neste caso, assim como no caso Ronaldo ‘gordo’ Fenomeno, a$ coi$a$ não saíram como o esperado, pois na hora ‘H’, os astros esqueceram-se do suposto amor pelo clube do coração e só se importaram com o amor pelos $$.

Ronaldo ‘gordo’ sempre alardeou, que no Brasil só jogaria pelo Flamengo, time que torce (ou torcia) desde criança. Ronaldinho como não é muito de falar, não se sabe até agora a sua opinião, ou ao menos se tem alguma formada, mas o certo é que parece que o Gremio não o terá de volta, não neste momento.

Bem, eu sou Flamengo, não troco o meu time por nenhum outro, por nada. Mas, profissional do futebol não deveria ficar por aí declarando amor a clube, pois todos que o fizeram se queimaram com alguma torcida, ou com várias. Lembram do Bebeto? Declarou amor pelo Vitória, depois pelo Flamengo, depois Vasco, depois outro e mais outro… Hoje não é lembrado como ídolo de nenhum destes times, pode ser considerado um bom jogador, mas não ídolo, como o Junior, Dinamite, Zico e tantos outros jogadores que foram colocados em altares pelas suas respectivas torcidas.

 

Já no rádio…

Olha, quando me convenceram a exercitar o meu lado ‘blogueiro’ logo me veio a mente falar sobre rádio, que (além do flamengo, da música e da paixão pelo tecnologia) é a minha maior paixão, ao menos era… mas está complicado falar sobre o que está acontecendo com o nosso rádio hoje.

Visitei vários blogs especializados, de vários países, me parece que o problema é generalizado. Depois vou reproduzir (com autorização do autor) uma matéria do Gabriel Passajou, ele conseguiu sintetizar bem o rádio atual.

Até o nosso próximo bate-pepo. E dêem uma olhadinha no blog do Jogando por Música, sempre tem novidades por lá. T+.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Novela Ronaldinho Gaucho, acabou???

 

Não sou fã do ‘estilo’ copia e cola, mas a matéria que o Rica épostou em seu blog é perfeita, então, com todos os créditos (lá no final tem o link pro blog do Rica Perrone), aí vai uma cola no bloguinho aqui:

Agora joga, “guri”!

Por Rica Perrone

Ronaldinho tinha 4 possibilidades. Poderia optar por continuar fora do Brasil, passando frio e morrendo de vontade de poder usar o dinheiro que tem com seus amigos, pagodes e churrascos.  Poderia voltar ao Grêmio, clube que o revelou, clube que ele traiu, torcida que se divide sobre sua volta.

Poderia arriscar o Palmeiras, onde teria uma torcida pra lá de chata em cima dele o tempo todo, além de criar problemas num elenco que está sem receber. Ou ir pro Flamengo, onde não tem histórico e a torcida demonstrou apoio.

Resolveu pela mais fácil, menos arriscada, mais inteligente.

Não porque Palmeiras ou Grêmio fossem apostas burras. Mas porque o cenário não é tão fácil pro jogador nestes 2 clubes.

No paulista pela pressão quase absurda que a torcida faz em cima da vida pessoal dos jogadores e pelo fato de já ter sido citado pelo capitão do time como um eventual “problema” no elenco em virtude dos salários atrasados.

No Grêmio porque ele teria eternamente uma parte da torcida levando em consideração a “sacanagem” de 2001, quando ele mentiu pro clube e pra torcida pra sair de graça. Desde então, os mais jovens o idolatram, os mais velhos se dividem, os mais respeitosos com a camisa do clube não gostam nem de ouvir o nome.

No Flamengo a situação é bem mais tranquila pra ele. Tem a torcida a favor, histórico zero com  o clube, um treinador que ele conhece e já trabalhou, um clube que tem tanta ou mais facilidade de devolve-lo a seleção do que os outros dois e com o aval do Milan.

Ou seja, das 4 escolhas possíveis, fez a mais segura.

Pode dar tudo errado, é claro. Nem confio tanto assim no cara, e pra falar a real acho ele um puta craque assim como um puta pipoqueiro.  Mas, pelo menos, a tolerância deve ser maior na Gávea do que no Olímpico e no Palestra Itália.

Decisão 99,9% tomada, segundo dirigentes de Flamengo e Milan, vamos aos premiados da semana.

O Palmeiras leva nota 8 porque apenas um cara saiu falando um pouquinho mais que devia. Sua torcida não arriscou em bancar o “ídolo” antes dele vir, e a diretoria não deu coletiva pra anunciar nada.

O Flamengo leva, até agora, se confirmar o 0,1%, nota 10.  Se manteve calado, não prometeu nada, foi atrás e não reagiu publicamente a nenhuma manifestação dos rivais, que diziam estar perto. E, é claro, por ter levado.  Algo incomum pra um dos clubes mais bagunçados do mundo, mas… desta vez foram muito bem.

O Grêmio leva nota 2. Seria zero, mas vou dar 2 porque sem ele não seria tão divertido.  Que diabos foi aquela coletiva, presidente? Foram 3, com a de hoje.  Pra dizer o que? Pra dar satisfação pra quem? Pra bancar a informação de quem? O Tricolor  é tão rival do Inter que não aguentou em ver a presepada no Mundial e fez pior.

Assis leva nota 10. Ele levou 3 clubes no bico, a imprensa toda, decidiu o futuro do cara, valorizou 200% mais, fez todo mundo de babaca e ainda saiu levando o cara pra onde ELE queria. Quer empresário melhor que esse? Sem jogar o sujeito ganhou mais mídia do que jogando…

E o Ronaldinho, que ficará sem nota. Não podemos avaliar a participação de alguém tão pouco importante nessa história toda. Em momento algum foi a reuniões, foi a coletiva dar risada, só quis saber de balada, não se posicionou, não fez nada e foi mero “argumento” pra todo este circo. Até hoje ninguém ouviu da boca do jogador, que tem 30 anos, o que ele acha, onde quer, porque quer, quando quer e como quer. Como sempre, alguém responde por ele.

Agora é hora de parar de especular, enrolar e imaginar. Ronaldinho decide tudo em alguns dias, veste a camisa e treina pra jogar.

E é bom jogar. Pois nem o mais apaixonado torcedor é capaz de engolir seco toda essa novela pra nada.

abs,
RicaPerrone

FONTE: Blog do Rica Perrone

Final de semana…


Amy Winehouse no Brasil…

Começa hoje a série de show da Amy Winehouse em terras brasileiras.

Confira a agenda:

Florianópolis
Quando: 8 de janeiro
Onde: Summer Soul Festival, no clube Pacha - Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho, 2500, Jurerê Internacional
Quanto: R$ 100 a R$ 600

Rio de Janeiro
Quando: 10 e 11 de janeiro
Onde: HSBC Arena - Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 180 a R$ 700 (os ingressos para o show do dia 11 estão esgotados)

Recife
Quando: 13 de janeiro
Onde: Centro de Convenções de Pernambuco - Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho
Quanto: R$ 200 e R$ 300

São Paulo
Quando: 15 de janeiro
Onde: Arena Anhembi - Avenida Olavo Fontura, 1209, Santana
Quanto: R$ 200 e R$ 500

Ben Harper e Donavon Frankenreiter juntos em festival brasileiro

No dia 05 de fevereiro será realizado em uma praia brasileira o festival Praia Skol Music, evento que contará com as apresentações de Ben Harper, Donavon Frankenreiter e do surfista e cantor Tom Curren. E quem escolhe em qual cidade os shows serão realizados é o público.

No site oficial do festival, em www.skol.com.br/praiaskol, é possível votar nos três locais pré-selecionados para receberem o evento. Concorrem na votação Maresias/SP, Búzios/RJ e Campeche/SC. A votação está aberta até o dia 24 de janeiro e o resultado será divulgado no dia 26.

Mas quem não conseguir ir até o local escolhido para sediar o evento, poderá assistir pela internet. Os shows serão transmitidos ao vivo pelo site oficial.

Evanescence vai assumir 'grandes riscos' em novo álbum, diz baterista

Sucessor de 'The open door', de 2006, deve ser lançado este ano. Banda trabalha com Steve Lillywhite, produtor do U2 .

Will Hunt, baterista da banda de rock Evanescence, revelou em entrevista ao site do semanário musical britânico "New Musical Express" que a banda está assumindo "alguns grandes riscos" durante a gravação do novo álbum.

Produzido por Steve Lillywhite, que já trabalhou com o U2, o disco vai suceder "The open door", de 2006, e deve ser lançado ainda este ano.

Segundo o baterista, o álbum será recheado de novidades "eletrônicas e futuristas", mas sem perder a identidade.

"Sempre vai soar como Evanescence, porque é Amy Lee cantando. Aliás, acho que ela está fazendo algo bem especial, que ainda não havia sido experimentado antes. Estamos realmente assumindo alguns grandes riscos, mas, honestamente, estou achando incrível!", disso o músico à publicação.

O trabalho marca a primeira vez que a banda grava material com sua nova formação. Três dos cinco integrantes originais deixaram o grupo em 2006 e 2007. Eles se juntaram a dois ex-membros do Ben Moody para formar a We Are The Fallen.

FONTES: TDM, G1 e Blog JpM

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Nosso bate-papo de hoje…

O verão no sul da Bahia está fervendo…
 
Por Marcelo Dutra

Itacaré estará realizando neste mês de Janeiro a segunda edição do maior festival de reggae ecológico do Brasil. Dia 22 na praia do Resende a rapaziada que gosta dessa levada vai curtir dois shows internacionais. A banda jamaicana Inner Circle e a banda Spy Vs Spy, da Austrália, vão fazer a galera tirar o pé do chão na belíssima Itacaré.
A banda foi criada em Kingston, capital jamaicana, no ano de 1968. O estilo musical predominante é o reggae, mas o grupo frequentemente mistura batidas de outros gêneros como Jazz, Hard Rock, Blues e Dancehall. Atualmente, a banda é formada por Bentley no vocal, Ian Lewis no baixo e vocal de apoio, Roger Lewis como guitarrista e vocalista secundário, Lancelot Hall na bateria e percussão e Bernard (Touter) Harvey no teclado. A galera vai curtir sucessos como: Sweet ( A La La La Long), Black Roses, Bad Boys, e muitos outros.
A banda Spy v. Spy foi formada em 1981 em um dos subúrbios mais pobres da cidade de Sydney e acabou se tornando um dos grupos mais conceituados de toda Austrália. Tal conquista se deve ao fato de, freqüentemente terem abordado fortes temas como o racismo, os sem tetos (letras que contestavam a sociedade – de forma direta), pois os caras acreditavam em mudanças e sonhavam com um planeta melhor para se viver.
Formado por Mike Weiley (nascido na Inglaterra), Craig Bloxom (americano) e Cliff Grigg (australiano), três pacíficos rapazes que batizaram a banda com o nome Spy v. Spy. As primeiras gravações da banda foram o single “Do What You Say”/“Table Tea and Mix” (lançado em abril de 1982) e o EP “Four Fresh Lemons” (lançado em agosto do mesmo ano).
Os ingressos foram colocados à disposição em três lotes a R$ 30,00, R$ 40,00 e R$ 60,00. Informações com Miguel Reis pelo telefone: (73) 8124-2662.

Fonte: Site do Marcelo Dutra

Novela mexicana…
Amigos, o desfecho da novela envolvendo Ronaldinho Gaucho parece estar longe de um final. O Grêmio já dava como certo a apresentação do astro, nesta sexta-feira, mas, algum acontecimento fez mudar os planos, tanto que a diretoria do time gaucho mandou desmontar toda a estrutura de som no Olímpico. Pode ser uma manobra para despistar, ou não. O certo é que Ronaldinho Gaucho pode se apresentado a qualquer momento no Rio, em São Paulo ou mesmo em Porto Alegre, mas… Bem, com o que ocorre nos bastidores é bem difícil fazer uma aposta.
Vamos aguardar…

No Mengão…

Dario Bottinelli já está treinando com o grupo do Fla em Londrina. Por lá também aparecerá o centroavante Wanderley, ex-Cruzeiro. É uma pena a pré-temporada ser tão curta assim, o ideal é que os times pudessem ficar 30 dias em preparação, mas… As TV’s precisam de transmitir os jogos para faturar, então, já sabe, que se exploda a preparação! Thiago Neves ainda não foi anunciado como reforço, mas deverá acontecer em breve. Eu até prefiro o Thiago ao Ronaldinho. Claro que o astro gaucho atrairá muito mais $$, mas como dizem: ‘o jogo é jogado’ e Thiago seria mais útil dentro de campo.

Shakira começa 2011 a todo vapor…

A cantora colombiana Shakira iniciou o novo ano com o lançamento do single "Sale El Sol", o segundo do álbum de mesmo nome apresentado no ano passado, informou nesta terça-feira o selo fonográfico. A música, que já se encontra disponível na loja virtual iTunes, foi composta por Shakira e seu amigo e colaborador Luis Fernando Ochoa, quem trabalhou com a artista desde o começo de sua carreira. 

Fonte: Uol

Jon Secada também pretende trabalhar muito este ano…
 
O cantor cubano está prestes a lançar o album “Otra Vez” com canções em inglês e espanhol.
O primeiro ‘single’, “Déjame Quererte”, que já toca em diversas rádios, principalmente nas emissoras norte americanas dedicadas àos ritmos latinos.
O último trabalho do cantor foi “Classics/Clasicos” em inglês e espanhol, de 2010. Abaixo o repertório de “Otra Vez”:

Mudando de assunto…
 
Começou a feira de eletrônicos mais esperada pelos aficcionados por tecnologia, a Consumer Electronics Show (CES) em Las Vegas, EUA.
Depois de ‘errar a mão’ com o Vista, a Microsoft volta aos trilho com o bom OS Seven. Amantes do XP (eu, inclusive) sempre foram céticos quanto a mudança de plataforma, com isso a MS se viu obrigada a dar sobrevida ao ‘antigo’ porém estável ‘xíspê’, agora, depois de mais de um ano de mercado, boa parte destes céticos (e eu também) estão finalmente passam a adotar o bonito, mais seguro e estável Seven.
Bem, Steve Ballmer, diretor-executivo da Microsoft, fez na noite desta quarta-feira (5) em Las Vegas (madrugada de quinta no horário de Brasília) sua tradicional apresentação que dá início à feira de eletrônicos CES. Neste ano, sua empolgação característica se mostrou mais presente quando ele falou sobre produtos já disponíveis no mercado: principalmente o Xbox 360, com sua rede Xbox Live e o novo acessório Kinect, que transforma o corpo do próprio jogador em controle remoto.
A principal novidade anunciada foi uma (breve) prévia da próxima versão do Windows, ainda sem nome ou codinome divulgado. A nova geração será baseada na tecnologia SoC (system on a chip; sistema em um chip), com a qual o sistema operacional roda em um processador. A outra novidade foi a mais recente versão da Surface, mesa com superfície sensível ao toque compatível com Windows 7.
Mas nem só de Microsoft vive a CES, na abertura do evento, que tem como grande aposta o lançamento de tablets para rivalizar com o iPad, da Apple, alguns fabricantes exibiram os produtos que apresentarão durante a feira fechada para o público em geral (apenas representantes do setor de eletrônicos e imprensa participam do evento). Confira a seguir alguns desses itens, que podem entrar na sua próxima lista de desejos.
Muitos dos lançamentos estarão por aqui já no proximo Natal, ou até antes.

Por hoje é isso, amanhã a gente volta…

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

BOAS VINDAS

Pra início de conversa…
Salve, salve gente boa!
Embora seja um frequentador e participante ativo das mídias sociais, sempre resisti em ter (e manter) um blog, mas, por insistência do meu amigo e blogueiro Marcelo Dutra, resolvi criar esta página. Como já ‘cuido’ do blog do Jogando por Música, não poderia fazer outro pra falar só de música, então, vou procurar falar aqui sobre todos os assuntos que mais gosto, ou seja: futebol (Flamengo), tecnologia, rádio e claro(!) música.
Seja bem vindo ao meu blog!

Imprensa brasileira à moda inglesa…
Nos últimos dias temos visto uma verdadeira novela, com vários capítulos e desfecho incerto nas páginas esportivas. A imprensa esportiva, diga-se de passagem, está se especializando neste tipo de ‘jornalismo’ inspirado nos tablóides ingleses. O dia-a-dia dos clubes tem ganhado ares de Big Brother, principalmente dos clubes de massas, como Flamengo, Corinthians, Palmeiras… Eu particularmente não dou ‘ibope’ pra esse tipo de ‘reportagem’, mas, muita gente vive clicando nestas notas, não sei se por falta do que fazer ou por pura curiosidade. Contratar um jogador parece ter se tornado uma guerra.

Fãs do RPM receberão presente em 2011…
A maior banda dos anos 80 volta aos estúdios para gravar disco de inéditas em 2011. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 04, pelo vocalista e baixista Paulo Ricardo. O músico publicou uma mensagem em sua conta no Twitter comentando sobre o trabalho com a banda, mas sem dar detalhes. “Going back to SP to work on the new RPM's album!”, escreveu - em inglês - Paulo Ricardo.
Nenhuma informação oficial foi divulgada sobre essa reunião do quarteto. Além de Paulo Ricardo, faziam parte da banda os músicos Luiz Schiavon (teclados), Fernando Deluqui (guitarra) e Paulo P.A. Pagni (bateria).
Agora é aguardar…
 
Música para audição free…
Mais uma banda brasileira utiliza a rede para divulgar single. Desta vez é para os amantes do rock metal. Para ouvir o novo som da galera dos pampas é só clicar AQUI pra seguir para o Myspace da banda Hibria.